segunda-feira, 8 de junho de 2015

Aprender a ler

Francisco Muniz

O apóstolo Paulo nos ensina, há dois mil anos, a examinarmos que nos chega ao conheccimento e assim retermos somente o que seja bom, porquanto "tudo me é lícito, mas nem tudo me convém", como bem ele próprio salientou. Desse modo, o aprendiz do Espiritismo deve também aprender a selecionar suas leituras, mas sem desprezar o que ainda não conhece, para que possa separar, depois, o joio do trigo, como ensina-nos o Mestre de Nazaré. Assim veremos, portanto, que há livros e livros; há livros aproveitáveis e livros dispensáveis. E para bem fazermos essa seleção, talvez baste ouvirmos a recomendação de Emmanuel a Chico Xavier:
- Se algum dia eu lhe disser algo que contrarie Jesus ou Kardec, esqueça o que eu disse e fique com Jesus e Kardec.
Eis, então, uma boa régua para medirmos nosso aprendizado espírita.
Mas digo isso para referir-me a um livro famoso de um autor norte-americano famoso, um médium como o é James Van Praagh. Em seu livro, intitulado "Falando com os Espíritos", ele ensina, lá pelo final, um recurso para contatar os invisíveis. É assim: para saber se há a presença de uma entidade no ambiente, deve-se pedir que ela faça ouvir uma batida; se não houver, que faça duas batidas...
Não é ridículo?

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