domingo, 21 de dezembro de 2014

Bons instrumentos e intépretes

Francisco Muniz

Que é mesmo a mediunidade e qual é de fato o papel do médium, detentor dessa faculdade? Todo aprendiz da Doutrina Espírita que realmente se interesse por viver essa condição com consciência e responsabilidade deverá, ao menos, pensar nessas questões, de forma a se sentir estimulado a frequentemente consultar as informações de Allan Kardec e dos Espíritos Superiores na tentativa de encontrar as respostas mais pertinentes.
Isto quer dizer que o importante não é tanto encontrar as respostas, mas procurar por elas, ou seja, querermos e buscarmos continuamente as instruções e esclarecimentos que nos farão conhecedores dos assuntos que nos digam respeito, instrumentalizando- os como os bons intérpretes que devemos ser dos abnegadoss Instrutores espirituais e também bons instrumentos junto às entidades necessitadas da boa assistência.
Assim, pelo estudo sério e metródico e pela prática consciente e eficaz é que os médiuns se desenvolvem, capacitando-se para as tarefas grandiosas do futuro. Os aprendizes da mediunidade que se especializam nesse conhecimento pelo aprendizado do Espiritismo têm o dever de atentar para não apenas uma, mas várias tarefas que lhes pesam sobre os ombros, quando se trata de se educarem para tão nobre quanto complexo compromisso.
O médium, desse modo, há que estudar e estudar-se, quer dizer, além de consultar os livros que lhe vão instruir quanto à ciência, precisa observar o próprio comportamento nos três níveis de manifestação pessoal: emocional, físico e intelectual, isto é, na esfera dos pensamentos. Para tanto, é mister o medianeiro tanto se instrua quanto se moralize, através da assimilação, compreensão e vivência dos postulados evangélicos explicados pela Doutrina dos Espíritos.
Dessa forma é que se tornará intérprete fiel das orientaçoes dos bons Espíritos, candidatando-se a maiores encargos no futuro, consoante as palavra do Cristo exaradas no capítulo 24, versículos 45 a 51 do Evangelho de Mateus: "Bem-aventurado aquele servo a quem o seu Senhor, quando vier, achar assim fazendo. Em verdade vos digo que lhe confiará todos os seus bens".


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