terça-feira, 3 de setembro de 2013

Análise de filme - Melhor impossível

Francisco Muniz
(publicado originalmente na revista Visão Espírita n.° 21 - Ano II - Junho.2000)

Muitos dos frequentadores de casas espíritas adentram os pórticos do Espiritismo com a firme determinação de buscar respostas convincentes para suas inquietações existenciais, além do simples consolo para as dores morais e até mesmo físicas. Assim, não raro se deparam com a necessidade da reforma íntima, como condição sine qua non pra a obtenção, assimilação e continuidade dos benefícios buscados.
O filme estrelado pelo ator Jack Nocholson oferece-nos ensejo para comentários sobre o tema. Reforma íntima, em essência, é o entendimento da frase cunhada por Allan Kardec no tópico 4 do capítulo "Sede perfeitos" de O Evangelho segundo o Espiritismo, intitulado "Os bons espíritas". A frase reza o seguinte: "Reconhece-se o verdadeiro espírita por sua transformação moral e pelos esforços que faz pra dominar suas más inclinações".
Sabemos que todos somos possuidores de vícios (defeitos) e virtudes, em maior ou menor grau na relação entre estas e aqueles. A reforma que cada um de nós precisa fazer em si mesmo é jsutamente equilibrar essa relação, o que significa dizer que as virtudes devem preponderar sobre os defeitos, como numa balança em que um dos pratos deve estar muito abaixo do outro.
Para tanto, o trabalho no campo moral impõe-se como catalisador desse equilíbrio, levando o ser a se pautar pelo comportamento exemplificado pelas lições do MEstre Jesus. Tal é o impositivo da Lei de Evolução a que todos estamos submetidos. Para mais esclarecimentos, sugerimos consulta à obra Fundamentos da reforma íntima, ditada pelo Espírito Cairbar Schutel ao médium Abel Glaser. 

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