sexta-feira, 30 de agosto de 2013

Análise de filme - Titanic

Francisco Muniz
(publicado originalmente na revista Visão Espírita n.° 6 - Ano I - Setembro.1998)

Há uma cena no filme "Titanic" que merece alguma reflexão por parte dos espírita e das pessoas interessadas nesses temas. É quando, no final, a personagem Kate, idosa e incógnita no vaio de pesquisa, desencarna e retorna ao Titanic afundado, indo encontrar-se com o antigo namorado, que a esperava juntamente com toda a tripulação (passageiros, inclusive). Fantasia do diretor da fita, procurando dar um final feliz a sua produção? Nem tanto. Do mesmo modo como muitos espíritos ficam perto de seus despojos físicos, desconhecendo terem desencarnado, aqueles que pereceram por naufrágio igualmente permanecem sob as águas, até que um dia a consciência lhes esclareça sua real situação. A título de melhor elucidação, recomendamos o livro "Às margens do rio sagrado", no qual o autor espírita Edgard Armond cita o trabalho de equipes espirituais responsáveis pelo atendimento a espírito que se mantêm "afogado" no Rio Ganges, na Índia.

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