sexta-feira, 30 de agosto de 2013

Análise de filme - Armageddon

Francisco Muniz
(publicado originalmente na revista Visão Espírita n.° 6 - Ano I - Setembro.1998)

Até onde o filme "Armageddon" é ficção?
Será que, às portas do terceiro milênio, um asteroide colidirá com a Terra, ameaçando a vida no planeta?
A proposta de um "fim do mundo" (físico) com a destruição do planeta Terra por um meteoro é fomentada pelo medo da proximidade do ano 2000.
Igualmente aconteceu com a Humanidade nos fins do primeiro milênio: todos achavam-se perto do fim dos tempos e que tudo terminaria.
Sabiamente, o governo americano vende a imagem de que os habitantes da Terra não temos que estar preocupados com o "armagedom", pois eles - os norte-americanos - têm o controle nas mãos.
Mas o que nos dizem os Espíritos a respeito?
Primeiro, que nosso planeta se encontra num processo de mudança: deixará de ser um mkundo de provas e expiações para se transformar num mundo de regeneração; porém, não no sentido material, mas, sim, moral. Chegaremos, pois, aos anos 2000, 2001, 2002... e tudo isso acontecerá sem maiores perturbações.
Segundo, que nossa humanidade, ainda atrasada, sempre esteve em conflitos, guerras e destruições, o que não deixará de existir até que os homens tiremos de nosso íntimo os princípios egoístas arraigados. E isso levará tempo, pois a natureza não dá saltos.
Terceiro, o universo encontra-se controlado: a inteligência suprema dirige absolutamente tudo, e nosso orbe está protegido.
A proposta espírita é otimista. Depois que realizarmos nossa reforma íntima conjuntamente, nosso planeta dará sinais de ter ingressado num nova etapa, na tão ansiada Era do Espírito.
Até lá, é trabalhar em nós mesmos e confiar.

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