sexta-feira, 3 de maio de 2013

Novo esboço - reencarnação

Francisco Muniz

"Água mole em pedra dura, tanto bate até que fura". O famoso dito popular pode ilustrar o fenômeno (a lei) da reencarnação como um processo educativo dos seres. Em Biologia aprendemos, quando estudamos o capítulo acerca dos seres vivos, que eles nascem, crescem, reproduzem-se e morrem. Entre o nascer e o morrer, efetivamente, há um período de desenvolvimento que dura todo um ciclo evolutivo - o que pode ser melhor apreciado no reino vegetal, mais do que no animal, aqui incluindo-se o reino hominal. Nas plantas, a semente germina e então transforma-se em portentosa árvore que por sua vez produz frutos e novas sementes que vão gerar outras árvores. Aquela primeira árvore demonstrou toda sua utilidade ao produzir seus frutos, até que seu ciclo findou.
O exemplo pode ser emprestado à explicação da lei reencarnacionista, em alguns aspectos. O espírito que reencarna para mais uma experiência na matéria é como a semente que se transformará em árvore e dará frutos até sua volta ao espaço, ao mundo espiritual. Ou não. A restrição cabe, uma vez que, ao contrário dos vegetais e dos animais, ao homem  foi concedido o livre arbítrio e com isso ele pode dispor de suia jornada na carne como bem lhe aprouver. É claro que ele será responsabilizado por tudo que fizer de sua vida, sejam atitudes boas ou más. É então que se dá o processo educativo, que não raro é doloroso, posto que pela dor aprendemos a nos transformar, para nosso próprio benefício...

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