segunda-feira, 3 de dezembro de 2012

Nobres verdades

Francisco Muniz

O escritor e expositor espírita baiano Adilton Pugliese está com um livro novo na praça. Trata-se de “Nobres verdades espíritas”, que reúne crônicas publicadas anteriormente nas revistas Reformador, da Federação Espírita Brasileira, e Revista Internacional de Espiritismo. O lançamento, no dia 18 de outubro, acontece no Centro Espírita Deus, Luz e Verdade, repetido posteriormente, 6 de novembro, no C. E. Caminho da Redenção, ocasiões em que Adilton realizou palestra em torno de sua obra, que sai pelo selo da Livraria Espírita Alvorada Editora (LEAL).
Ex-presidente da Federação Espírita do Estado da Bahia, Pugliese coordena, atualmente, as atividades do Departamento Doutrinário do Centro Espírita Caminho da Redenção, na Mansão do Caminho. Palestrante e articulista, é autor/organizador do livros “Obsessão: instalação e cura”, “Os anjos guardiães segundo o Espiritismo”, “Allan Kardec e o centro espírita”, “Reuniões doutrinárias e mediúnicas no centro espírita” – planejado e organizado em conjunto com a equipe do Projeto Manoel Philomeno de Miranda.
“Nobres verdades espíritas” é, em síntese, uma louvação a Allan Kardec e à Terceira Revelação de Deus aos homens, o Espiritismo. “Os valiosos fundamentos da Doutrina Espírita, de aspecto científico, filosófico e ético, permitem amplas possibilidades de conexão com qualquer tema do pensamento humano, enriquecendo episódios históricos, quando examinados à luz da reencarnação, da imortalidade da alma, da influência dos Espíritos na vida humana”, salienta Adilton na apresentação de seu livro.
Nas crônicas, espalhadas em 33 capítulos, “grandes missionários de ontem e de hoje comparecem neste trabalho evocados pelo autor, contando episódios interessantes de suas trajetórias e expondo o ideário de suas reflexões os quais, reunidos em síntese admirável, compõem a saga de implantação, na Terra, do Consolador prometido por Jesus Cristo, que teve na figura de Allan Kardec seu mais expressivo representante encarnado”, conforme ressalta o prefácio de João Neves da Rocha, membro da equipe do Projeto Manoel Philomeno de Miranda.

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